quinta-feira, 7 de maio de 2009

De motéis ao controle de informação.

Em meu último devaneio, estive pensando na possibilidade de meu homem me convidar para ir a algum motel amanhã (não que seja minha razão de viver) mas a grana está curta e, talvez por isso, tivéssemos que nos contentar com algum programa mais leve. Pensei num cineminha mas, siga meu raciocínio: cinema = 2 (pipoca + refigerante + besteiras + ingresso) = duas idas ao motel. Desisti do cinema, até porque conheço um lugar que vende uma pipoca de microondas que é deliciosa! Então lembrei do microondas e aquela história de que não se pode chegar muito perto dele enquanto o dito cujo estiver trabalhando, para evitar danos a saúde etc. Mas, lembrei também que essa história já chegou a ser desmentida... Então eis a questão: como surgem histórias que são rápida e fervorosamente (amém) defendidas ou desmentidas? Existe sempre alguém interessado em cada um desses lados, alguém que ganha com cada um desses discursos. A mídia ganha alguma coisa em troca? O povo está sempre sendo ludibriado? É a questão da gripe suína e do aquecimento gobal... Em um dia, todos estavam apavorados com a pandemia. No outro, os mortos eram só dois. Num discurso, as pessoas eram as causadoras de sua própria morte por afogamento em massa resultante do derretimento das calotas polares e etc; num outro, tudo não passa de um ciclo normal do planeta mas os humanos estão apavorados porque desconhecem essa fase, já que nas outras ocorrências o homo sapiens sapiens ainda não existia e por aí vai. Será que foi tudo alarme falso, ou a raça humana finalmente está prestes a ser extinta e não nos damos conta porque tem alguém que vai ganhar muito com o futuro caos e está bancando outro alguém para vendar a todos?

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